Água mole, pedra dura
tanto bate até que essa porra de ditado não serve pra porra nenhuma.
Bate a cabeça na parede,
E descobre o que racha primeiro.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Clarity
Queria encontrar uma pessoa
Que pra ela meu não fosse não
E meu sim fosse só um sim
E que o não dela fosse não
E o sim, um sim pra mim
E que a clareza fosse essência
E que a coragem
Ao invés de ser exigência
Fosse exceção
Pronto, algo calmo...
Uma pessoa calma,
Que prefira lavar a alma
Do que os pratos da casa...
Uma pessoa calma,
Que calmamente me faça
Ser eu mesmo.
Queria encontrar uma pessoa
Que pra ela meu não fosse não
E meu sim fosse só um sim
E que o não dela fosse não
E o sim, um sim pra mim
E que a clareza fosse essência
E que a coragem
Ao invés de ser exigência
Fosse exceção
Pronto, algo calmo...
Uma pessoa calma,
Que prefira lavar a alma
Do que os pratos da casa...
Uma pessoa calma,
Que calmamente me faça
Ser eu mesmo.
terça-feira, 24 de maio de 2011
A continuação que na hora eu não disse.
- Hmn... okay. o que eu não entendo é que do meu ponto de vista, estar contigo (no sentido além de amigos) seria a coisa mais incrível do mundo, e no seu ponto de vista, não.
E não seria assim, nada tão impossível. Sabe, eu já ando contigo, aprendo coisas contigo (tudo bem, são coisas como lavar pratos e cortar tomates e dançar forró, mas tá valendo) e converso contigo... a grande diferença, é que não teria essa coisa que me deixa tão sem graça... de não poder de abraçar quando preciso, de não poder te pedir carinho quando preciso, de não poder dizer que te amo quando preciso...
E eu vou morrer achando que você poderia ter dito sim.
Mas enfim...
E não seria assim, nada tão impossível. Sabe, eu já ando contigo, aprendo coisas contigo (tudo bem, são coisas como lavar pratos e cortar tomates e dançar forró, mas tá valendo) e converso contigo... a grande diferença, é que não teria essa coisa que me deixa tão sem graça... de não poder de abraçar quando preciso, de não poder te pedir carinho quando preciso, de não poder dizer que te amo quando preciso...
E eu vou morrer achando que você poderia ter dito sim.
Mas enfim...
Chantagem Emocional - Sou bom nisso
Se eu seguir meu coração
Amanhã acordo de ressaca
Se eu seguir meu coração
Faço uma declaração de amor
Se eu seguir meu coração
Fico com a dor que não passa...
Se eu seguir meu coração
Não vai dar em nada
Não vai dar em nada...
Por isso que eu digo
Que vou seguir seu coração
Você vai negar, eu vou insistir
Você vai desistir, eu vou ficar
Eu fico do seu lado
Eu fico por aqui...
E vou deixando a vida fluir.
Se eu seguir meu coração
Amanhã acordo lembrando
Que você disse não
Se eu seguir meu coração
Amanhã arrebento o portão
Antes de sair de casa
Se eu seguir meu coração
Vão encontrar metade de mim
Debaixo de um caminhão
Por isso que eu digo
Deixa eu seguir o seu...
Amanhã acordo de ressaca
Se eu seguir meu coração
Faço uma declaração de amor
Se eu seguir meu coração
Fico com a dor que não passa...
Se eu seguir meu coração
Não vai dar em nada
Não vai dar em nada...
Por isso que eu digo
Que vou seguir seu coração
Você vai negar, eu vou insistir
Você vai desistir, eu vou ficar
Eu fico do seu lado
Eu fico por aqui...
E vou deixando a vida fluir.
Se eu seguir meu coração
Amanhã acordo lembrando
Que você disse não
Se eu seguir meu coração
Amanhã arrebento o portão
Antes de sair de casa
Se eu seguir meu coração
Vão encontrar metade de mim
Debaixo de um caminhão
Por isso que eu digo
Deixa eu seguir o seu...
domingo, 22 de maio de 2011
Descrevendo
O que cada pessoa faz quando está simplesmente esperando?
Eu não sei, mas eu olhava pra ela. Ela estava de olhos fechados. Não dava pra ver direito sua cabeleira, mas imagino que devia estar bem bagunçada embaixo do travesseiro e do edredon que a cobria. Eu, naquela falta do que fazer, do que pensar, ia olhando pra cada linha do rosto dela. Via o nariz pequeno e arrebitado dela, que estava um cadinho vermelho por causa do frio. Via o queixo triangular dela, as maçãs do rosto magras e fundas, algumas espinhas no rosto, algumas marcas... Via os lábios dela, que são finos, rosa-claro. Lábios daqueles que expressavam bem como a dona era; não sei porque, mas na hora, associei aquilo com a imagem de uma menina forte, daquelas que parecem ter mais facilidade em andar a cavalo do que escolher uma roupa da moda. Sei lá, ela também não era bem assim.
De qualquer maneira, com certeza, os olhos dela diziam mais que qualquer outra parte do rosto. Pena que estavam fechados.
Mas mesmo assim, eu sabia como eram os olhos azuis-esverdeados dela.
Tinham uma coisa de surpreendente, porque sempre que ela olhava pra comentar algo, ou às vezes, só olhava pra rir, aqueles olhos pareciam fazer um tipo de telepatia, que dava pra perceber o que ela queria dizer sem ela mesmo ter dito.
Okay, isso é um pouco de exagero. É claro, eu, mero mortal, não faço a mínima ideia do que se passava na cabeça dela. Mas tinha essa clara sensação de que poderia entender fácil, que tava escrito nos olhos dela...
Foi quando esse misto de certeza e dúvida começaram a se mesclar na minha cabeça enquanto olhava pra ela, que decidi levantar e parar com aquilo. Fui pro banheiro, joguei água no rosto e sai de lá.
E na minha cabeça, um pensamento só:
"Deixa isso pra lá..."
Eu não sei, mas eu olhava pra ela. Ela estava de olhos fechados. Não dava pra ver direito sua cabeleira, mas imagino que devia estar bem bagunçada embaixo do travesseiro e do edredon que a cobria. Eu, naquela falta do que fazer, do que pensar, ia olhando pra cada linha do rosto dela. Via o nariz pequeno e arrebitado dela, que estava um cadinho vermelho por causa do frio. Via o queixo triangular dela, as maçãs do rosto magras e fundas, algumas espinhas no rosto, algumas marcas... Via os lábios dela, que são finos, rosa-claro. Lábios daqueles que expressavam bem como a dona era; não sei porque, mas na hora, associei aquilo com a imagem de uma menina forte, daquelas que parecem ter mais facilidade em andar a cavalo do que escolher uma roupa da moda. Sei lá, ela também não era bem assim.
De qualquer maneira, com certeza, os olhos dela diziam mais que qualquer outra parte do rosto. Pena que estavam fechados.
Mas mesmo assim, eu sabia como eram os olhos azuis-esverdeados dela.
Tinham uma coisa de surpreendente, porque sempre que ela olhava pra comentar algo, ou às vezes, só olhava pra rir, aqueles olhos pareciam fazer um tipo de telepatia, que dava pra perceber o que ela queria dizer sem ela mesmo ter dito.
Okay, isso é um pouco de exagero. É claro, eu, mero mortal, não faço a mínima ideia do que se passava na cabeça dela. Mas tinha essa clara sensação de que poderia entender fácil, que tava escrito nos olhos dela...
Foi quando esse misto de certeza e dúvida começaram a se mesclar na minha cabeça enquanto olhava pra ela, que decidi levantar e parar com aquilo. Fui pro banheiro, joguei água no rosto e sai de lá.
E na minha cabeça, um pensamento só:
"Deixa isso pra lá..."
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Insegurança - Nossa!
Eu queria era só escrever que insegurança tem cura
Mas que com certeza não vai ser curada
Só com esses exemplos babacas que esfregam na minha cara
De que pode dar certo, de que tem que ser enfrentado
De que a vida é mais que esses pedaços de dia
Que vou catando pelo chão enquanto passo...
Não sei, queria te dar forças,
Queria que você me desse um abraço.
Queria te dizer pra ficar tranquila
Pra não pensar no futuro, que já tenho tudo preparado
Mesmo que por dentro eu esteja desesperando
Mesmo que por dentro
Eu já tenha perguntado:
E aí, isso vai durar até quando?
E algumas vezes, queria que você fizesse o mesmo por mim...
Mas que com certeza não vai ser curada
Só com esses exemplos babacas que esfregam na minha cara
De que pode dar certo, de que tem que ser enfrentado
De que a vida é mais que esses pedaços de dia
Que vou catando pelo chão enquanto passo...
Não sei, queria te dar forças,
Queria que você me desse um abraço.
Queria te dizer pra ficar tranquila
Pra não pensar no futuro, que já tenho tudo preparado
Mesmo que por dentro eu esteja desesperando
Mesmo que por dentro
Eu já tenha perguntado:
E aí, isso vai durar até quando?
E algumas vezes, queria que você fizesse o mesmo por mim...
domingo, 24 de abril de 2011
Quanto mais me distancio disso aqui, quanto mais tempo fico longe, mais difícil fica.
Coloquei um disco animado pra tocar. Engenheiros, sabe? O disco se chama "Dançando no campo minado". Até me animou pra qualquer coisa. Bem, tenho brincado de política num jogo, e as primeiras músicas desse disco são músicas políticas, de discussão.
"Um fim-de-semana em outro mundo pode ser a salvação...
Pode ser loucura acreditar que ainda exista salvação..."
Deixo o disco tocando. Queria falar algo sobre a sensação que tenho de não conseguir nem mesmo mudar um mundo virtual de menos de 2 mil jogadores (brasileiros), mas... deixa isso pra lá.
"A hora da verdade...
A idade da razão...
A diferença...
Do que se pensa...
Do que se faz..."
Rota de colisão. Essa música tem uma história que eu sempre lembro. Quando fazia faculdade lá no CEDERJ, o pessoal voltava numa van da prefeitura, e tinha um motorista que já estava velhinho. Daqueles que já deveriam ser se aposentado, e que não tinha nada a perder. Nada mesmo.
Super costumava dizer: " - Ele já não deve meter, acelerar é o que deve dar tesão nele agora". Bem, não era com essas palavras que Super dizia isso, mas era algo assim.
Em um certo final de semana, voltávamos de prova. Na van normalmente tocava uns forrós malucos durante o trajeto, mas naquele dia tinha calhado de tocar Engenheiros na rádio. Não sei o que houve naquela noite, mas nosso motorista estava mais inspirado que o normal no quesito acelerar. E, numa certa altura, tinha duas carretas (del pozzo, se não me engano) na nossa frente. Eis que ele acelera, pra ultrapassar as carretas.
Ah, cheguei a falar que era uma curva?
Adivinha no que isso ia dar?
E Gessinger cantava:
"Isso nos coloca... em rota de colisão".
Eu lembro da expressão da Lorena, do tipo "fuuuu"... e o pessoal apreensivo. Mas, milagrosamente (por falta de palavra melhor) nosso motorista conseguiu ultrapassar as carretas sem causar um acidente. Lembro que Super e Bernardo começaram a rir, depois que o cagaço passou.
É, apesar de associar a música com um dia em que quase morri... foi um dia divertido.
Coloquei um disco animado pra tocar. Engenheiros, sabe? O disco se chama "Dançando no campo minado". Até me animou pra qualquer coisa. Bem, tenho brincado de política num jogo, e as primeiras músicas desse disco são músicas políticas, de discussão.
"Um fim-de-semana em outro mundo pode ser a salvação...
Pode ser loucura acreditar que ainda exista salvação..."
Deixo o disco tocando. Queria falar algo sobre a sensação que tenho de não conseguir nem mesmo mudar um mundo virtual de menos de 2 mil jogadores (brasileiros), mas... deixa isso pra lá.
"A hora da verdade...
A idade da razão...
A diferença...
Do que se pensa...
Do que se faz..."
Rota de colisão. Essa música tem uma história que eu sempre lembro. Quando fazia faculdade lá no CEDERJ, o pessoal voltava numa van da prefeitura, e tinha um motorista que já estava velhinho. Daqueles que já deveriam ser se aposentado, e que não tinha nada a perder. Nada mesmo.
Super costumava dizer: " - Ele já não deve meter, acelerar é o que deve dar tesão nele agora". Bem, não era com essas palavras que Super dizia isso, mas era algo assim.
Em um certo final de semana, voltávamos de prova. Na van normalmente tocava uns forrós malucos durante o trajeto, mas naquele dia tinha calhado de tocar Engenheiros na rádio. Não sei o que houve naquela noite, mas nosso motorista estava mais inspirado que o normal no quesito acelerar. E, numa certa altura, tinha duas carretas (del pozzo, se não me engano) na nossa frente. Eis que ele acelera, pra ultrapassar as carretas.
Ah, cheguei a falar que era uma curva?
Adivinha no que isso ia dar?
E Gessinger cantava:
"Isso nos coloca... em rota de colisão".
Eu lembro da expressão da Lorena, do tipo "fuuuu"... e o pessoal apreensivo. Mas, milagrosamente (por falta de palavra melhor) nosso motorista conseguiu ultrapassar as carretas sem causar um acidente. Lembro que Super e Bernardo começaram a rir, depois que o cagaço passou.
É, apesar de associar a música com um dia em que quase morri... foi um dia divertido.
Ponto de partida ou ponto.
Sabe quando o tempo te sacaneia?
Quando você olha pra trás
E se vê olhando pra trás outra vez.
E assim, repetidamente, você vai vendo
Seus reflexos todos olhando pra trás
Uma estrada de "eus", ou vocês
Olhando pra trás, atrás de quê?
Ah, um ponto de partida. Ou ponto.
Pronto, cheguei de novo
Onde decido se estou
No ponto de partida
Ou ponto.
Quando você olha pra trás
E se vê olhando pra trás outra vez.
E assim, repetidamente, você vai vendo
Seus reflexos todos olhando pra trás
Uma estrada de "eus", ou vocês
Olhando pra trás, atrás de quê?
Ah, um ponto de partida. Ou ponto.
Pronto, cheguei de novo
Onde decido se estou
No ponto de partida
Ou ponto.
sábado, 19 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Eu sei que isso não precisava ter acontecido. Era só eu dizer que estava bem, e que estava animado, e logo logo estaríamos lá, numa mesa qualquer, falando qualquer coisa.
Mas aconteceu, né?
Eu não ando muito bem. Que coisa, né?
Mas você nem merecia isso, você disse que estava bem.
Me desculpa se fui rude, foi sem querer.
Mas aconteceu, né?
Eu não ando muito bem. Que coisa, né?
Mas você nem merecia isso, você disse que estava bem.
Me desculpa se fui rude, foi sem querer.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Mas eu ainda sonho.
Hoje tive um sonho bom. Tão tranquilo, que espero não esquecer do sonho nem tão cedo.
Foi um sonho bem simples... Eu acordava (no sonho, não literalmente) e ia pra fora da minha casa... manhã, coisa de ser 6 horas da manhã, ainda com o dia nublado, do jeito que era na época que eu estudava no ensino médio. E esperava. Esperava ela aparecer. Não demorava nem cinco minutos (era uma espera, mas o sonho não ficava nessa espera, mas eu sabia que tinham se passado cinco minutos) e ela me ligava...
- Bom-dia! Ah... vem aqui me buscar?
- Vou, vou... onde você tá?
Não lembro o que ela respondia, mas logo depois eu encontrava ela. Ela, linda, linda e com cara de quem acabou de acordar. Os cabelos dourados um pouco bagunçados, e os olhos azuis cercados por uma olheirazinha engraçada, a mochila com uma alça só no ombro, preguiçosa.
Eu a abraçava, beijava a testa dela, e dava um beijo de esquimó dizendo bom-dia e "tudo bem?". Ela sorria, me olhando nos olhos. E estava tudo bem...
Aí aparecia um pessoal (amigos dela, eu acho) e eu andava com ela de mãos dadas até o lugar que ela e o pessoal pegavam um ônibus. Durante o caminho, conversávamos sobre coisas cotidianas, não lembro direito o que era. Aí quando o ônibus chegava, ela se despedia e ia embora.
Mas era aí que vinha a parte bonita mesmo do sonho.
Eu ia pra casa. O dia virava (novamente, no sonho passava na hora, mas eu sabia que tinha demorado um dia inteiro).
E eu acordava de manhã, do mesmo jeito.
E ela, de novo, estava lá.
No dia seguinte, de novo.
E assim o sonho foi, umas cinco ou seis vezes, até eu acordar de manhã durante a vida real. E até fui pra fora, pra ver se não acontecia de não ter sido só um sonho.
Mas... né...
Foi um sonho bem simples... Eu acordava (no sonho, não literalmente) e ia pra fora da minha casa... manhã, coisa de ser 6 horas da manhã, ainda com o dia nublado, do jeito que era na época que eu estudava no ensino médio. E esperava. Esperava ela aparecer. Não demorava nem cinco minutos (era uma espera, mas o sonho não ficava nessa espera, mas eu sabia que tinham se passado cinco minutos) e ela me ligava...
- Bom-dia! Ah... vem aqui me buscar?
- Vou, vou... onde você tá?
Não lembro o que ela respondia, mas logo depois eu encontrava ela. Ela, linda, linda e com cara de quem acabou de acordar. Os cabelos dourados um pouco bagunçados, e os olhos azuis cercados por uma olheirazinha engraçada, a mochila com uma alça só no ombro, preguiçosa.
Eu a abraçava, beijava a testa dela, e dava um beijo de esquimó dizendo bom-dia e "tudo bem?". Ela sorria, me olhando nos olhos. E estava tudo bem...
Aí aparecia um pessoal (amigos dela, eu acho) e eu andava com ela de mãos dadas até o lugar que ela e o pessoal pegavam um ônibus. Durante o caminho, conversávamos sobre coisas cotidianas, não lembro direito o que era. Aí quando o ônibus chegava, ela se despedia e ia embora.
Mas era aí que vinha a parte bonita mesmo do sonho.
Eu ia pra casa. O dia virava (novamente, no sonho passava na hora, mas eu sabia que tinha demorado um dia inteiro).
E eu acordava de manhã, do mesmo jeito.
E ela, de novo, estava lá.
No dia seguinte, de novo.
E assim o sonho foi, umas cinco ou seis vezes, até eu acordar de manhã durante a vida real. E até fui pra fora, pra ver se não acontecia de não ter sido só um sonho.
Mas... né...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Ô criatividade que me falta
Mr. Jones (versão adaptada pro português - ainda com a métrica precisando de ajustes)
Shalalalalala
Eu estava num bar em Amsterdã... olhando uma loira linda
E o Mr.Jones tentava conversar com uma morena dançarina
Ela rebolava enquanto o pai dela mandava ver na guitarra
Perigosamente bela... todos procuramos uma beleza dessa
Quem me dera eu tivesse a sorte de estar com ela
Então venha dançar no silêncio até chegar a hora
Shalalalalala! Yeah!
Vamos, Maria! Mostre-me essa dança espanhola
Me dá um gole disso, Mr. Jones!
Acredite em mim... Me ajude a acreditar
Porque eu sou um cara... que tenta acreditar.
Mr. Jones e eu... contamos histórias um pro outro
Olhando pras moças lindas, enfim....
"Ela está te olhando... ah não, está é pra mim."
Sorrindo no meio das luzes ofuscantes
Do som estéreo
Quando todos te adoram...
Não se pode ficar sozinho, né?
Vou me desenhar um dia... em preto, vermelho, azul e cinza
Tentando ressaltar o que cada cor significa
Sabe, cinza é minha cor favorita... é tão significativa
Se eu conhecesse Picasso, arrumaria uma guitarra assim
E tocaria até o fim do dia.
Mr. Jones e eu... olhamos pro futuro de vez em quando
Olhamos pras moças lindas, enfim...
"Ela está te olhando... ah, não, esta é pra mim"
Ficando no centro das luzes ofuscantes
Eu e minha guitarra cinza
Quando todos te adoram...
Não se pode ficar sozinho...
Não se pode, não posso
Ficar sozinho...
Não posso.
Quero ser um leão... todos se fazem de gatos
Todos queremos ser estrelas...
Sempre por motivos tão abstratos.
Acredita em mim... porque não acredito em mais nada.
E eu queria poder acreditar.
Mr. Jones e eu... olhamos pra televisão.
E eu só queria conseguir me ver lá... estar me vendo
Todos queremos brilhar, não sabemos como, não sabemos porquê.
Mas se todos me adorassem, eu seria feliz...
Tão feliz quanto eu poderia ser.
Mr. Jones, um dia seremos grande estrelas...
Shalalalalala
Eu estava num bar em Amsterdã... olhando uma loira linda
E o Mr.Jones tentava conversar com uma morena dançarina
Ela rebolava enquanto o pai dela mandava ver na guitarra
Perigosamente bela... todos procuramos uma beleza dessa
Quem me dera eu tivesse a sorte de estar com ela
Então venha dançar no silêncio até chegar a hora
Shalalalalala! Yeah!
Vamos, Maria! Mostre-me essa dança espanhola
Me dá um gole disso, Mr. Jones!
Acredite em mim... Me ajude a acreditar
Porque eu sou um cara... que tenta acreditar.
Mr. Jones e eu... contamos histórias um pro outro
Olhando pras moças lindas, enfim....
"Ela está te olhando... ah não, está é pra mim."
Sorrindo no meio das luzes ofuscantes
Do som estéreo
Quando todos te adoram...
Não se pode ficar sozinho, né?
Vou me desenhar um dia... em preto, vermelho, azul e cinza
Tentando ressaltar o que cada cor significa
Sabe, cinza é minha cor favorita... é tão significativa
Se eu conhecesse Picasso, arrumaria uma guitarra assim
E tocaria até o fim do dia.
Mr. Jones e eu... olhamos pro futuro de vez em quando
Olhamos pras moças lindas, enfim...
"Ela está te olhando... ah, não, esta é pra mim"
Ficando no centro das luzes ofuscantes
Eu e minha guitarra cinza
Quando todos te adoram...
Não se pode ficar sozinho...
Não se pode, não posso
Ficar sozinho...
Não posso.
Quero ser um leão... todos se fazem de gatos
Todos queremos ser estrelas...
Sempre por motivos tão abstratos.
Acredita em mim... porque não acredito em mais nada.
E eu queria poder acreditar.
Mr. Jones e eu... olhamos pra televisão.
E eu só queria conseguir me ver lá... estar me vendo
Todos queremos brilhar, não sabemos como, não sabemos porquê.
Mas se todos me adorassem, eu seria feliz...
Tão feliz quanto eu poderia ser.
Mr. Jones, um dia seremos grande estrelas...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Inventei uma oração
É que eu não sei rezar
E eu bem que queria
Mas eu não conseguia
Como se grava algo
No qual não se acredita?
E eu não acreditava
Ao falar certas palavras
A língua sempre trava
Então... inventei.
Enquanto bebia,
Inventei,
Algo pra me proteger
Não sei do quê...
Mas enfim...
A oração era assim:
"Deus, abençoe minha cabeça
Que amanhã eu acorde
E amanhã eu esqueça"
Inventei uma oração
Agora, só falta inventar o amor
E uma profissão.
E eu bem que queria
Mas eu não conseguia
Como se grava algo
No qual não se acredita?
E eu não acreditava
Ao falar certas palavras
A língua sempre trava
Então... inventei.
Enquanto bebia,
Inventei,
Algo pra me proteger
Não sei do quê...
Mas enfim...
A oração era assim:
"Deus, abençoe minha cabeça
Que amanhã eu acorde
E amanhã eu esqueça"
Inventei uma oração
Agora, só falta inventar o amor
E uma profissão.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Faço hora desenhando
E tirando o fato
De que não sei desenhar
Até que me distraio...
Faço duas linhas
Que desencontram
Escrevo ao lado:
"Por quê?"
Daqui a dez anos
Achando esses rabiscos
Você vai achar
Que eu estava
Pensando em você...
E, olha, sendo sincero
Eu não estava
Não sou sempre amor
Só queria ir pra casa.
Eu queria ir pra casa.
E tirando o fato
De que não sei desenhar
Até que me distraio...
Faço duas linhas
Que desencontram
Escrevo ao lado:
"Por quê?"
Daqui a dez anos
Achando esses rabiscos
Você vai achar
Que eu estava
Pensando em você...
E, olha, sendo sincero
Eu não estava
Não sou sempre amor
Só queria ir pra casa.
Eu queria ir pra casa.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Sobre os bêbados
Algumas pessoas quando bebem demais choram. Outras, viram valentes. Outras, abraçam todos e se tornam mega amigos. Outras falam toda a verdade.
E eu? Quando bebo, eu vivo.
E não sei se isso é problema ou solução.
E eu? Quando bebo, eu vivo.
E não sei se isso é problema ou solução.
Assinar:
Postagens (Atom)
