Minhas manhãs tem algo de parecido.
Mas só se eu consigo chegar antes da Ângela, pra poder abrir a biblioteca.
Ser o primeiro a abrir a biblioteca é legal. É ganhar o "bom-dia" especial da biblioteca. Uma lufada de ar geralmente quente, acompanhada de um cheiro de livro e poeira. É a baforada de quem acabou de acordar também e ainda não escovou nem os dentes. É uma sensação acolhedora, tão palpável que ultimamente tenho até respondido "bom-dia" de volta pra ela, baixinho.
Uma biblioteca, bem, é só uma biblioteca.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
De estimação
"Pai?"
"Oi, meu filho..."
"Você tá bem?"
Ele respondeu um rápido "estou". Ele não estava. Tava na cara que não estava.
E eu não queria que isso virasse história. Nem que pessoas tão reais virassem personagens.
Mas eu olhei pra ele e não consegui dizer nada. Posso dizer agora?
"Pai?"
"Que foi, meu filho?"
"Eu acho que alma existe."
"..."
"É que... ela, no final, só queria estar contigo. Ela gania, mas não era de dor. Era pra quando chegar a hora, estivesse contigo. E você esteve com ela, pai."
"..."
Alma existe, pai. Senão, não existiria motivo para neste momento eu achar esse seu gesto a coisa mais importante do mundo.
- x -
In Memoriam. A cachorra daqui de casa morreu hoje.
"Oi, meu filho..."
"Você tá bem?"
Ele respondeu um rápido "estou". Ele não estava. Tava na cara que não estava.
E eu não queria que isso virasse história. Nem que pessoas tão reais virassem personagens.
Mas eu olhei pra ele e não consegui dizer nada. Posso dizer agora?
"Pai?"
"Que foi, meu filho?"
"Eu acho que alma existe."
"..."
"É que... ela, no final, só queria estar contigo. Ela gania, mas não era de dor. Era pra quando chegar a hora, estivesse contigo. E você esteve com ela, pai."
"..."
Alma existe, pai. Senão, não existiria motivo para neste momento eu achar esse seu gesto a coisa mais importante do mundo.
- x -
In Memoriam. A cachorra daqui de casa morreu hoje.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Ultimamente
Tem gente que diz que sorte não existe.
Ultimamente, minha diversão tem sido ficar vendo os mentions no twitter para o PC e pro Felipe Neto. Pra saber como é ter várias pessoas falando contigo, comentando o que você diz... sabe, ser popular. Só pra ter uma ideia também do que as pessoas comentam e tentam falar com esses caras.
E, quando eu vi aquele trilhão de mentions aparecendo, não tem como não pensar nisso:
Caralho, até pro Felipe Neto ou o PC verem um mention seu, você precisa duma SORTE da porra. E estou te falando sério.
Você pode falar algo engraçado. Pode falar algo diferente. Pode xingar eles. Eles vão ver num tipo de "visão generalizada".
Quer ter uma ideia? Pega os videos de propagandas eleitorais antigos (principalmente pra deputados estaduais e vereadores) e vai revendo... qualquer pessoa liga a "visão generalizada" depois de cinco minutos de pessoas falando coisas parecidas.
E aposto uma empadinha que é assim que eles vêem os mentions. Tô até pensando em mandar um "largue seu emprego" de mention pra um deles. Do jeito que os mentions passam corridos, vai parecer até uma mensagem subliminar.
Pois é. Até pra dois sujeitos que dão considerável atenção pro seu público poderem ver uma mensagem sua, você precisa de sorte. E sorte pra caralho, alho alho.
E tem gente que diz que sorte não existe.
- x -
Ultimamente, minha diversão tem sido ficar vendo os mentions no twitter para o PC e pro Felipe Neto. Pra saber como é ter várias pessoas falando contigo, comentando o que você diz... sabe, ser popular. Só pra ter uma ideia também do que as pessoas comentam e tentam falar com esses caras.
E, quando eu vi aquele trilhão de mentions aparecendo, não tem como não pensar nisso:
Caralho, até pro Felipe Neto ou o PC verem um mention seu, você precisa duma SORTE da porra. E estou te falando sério.
Você pode falar algo engraçado. Pode falar algo diferente. Pode xingar eles. Eles vão ver num tipo de "visão generalizada".
Quer ter uma ideia? Pega os videos de propagandas eleitorais antigos (principalmente pra deputados estaduais e vereadores) e vai revendo... qualquer pessoa liga a "visão generalizada" depois de cinco minutos de pessoas falando coisas parecidas.
E aposto uma empadinha que é assim que eles vêem os mentions. Tô até pensando em mandar um "largue seu emprego" de mention pra um deles. Do jeito que os mentions passam corridos, vai parecer até uma mensagem subliminar.
Pois é. Até pra dois sujeitos que dão considerável atenção pro seu público poderem ver uma mensagem sua, você precisa de sorte. E sorte pra caralho, alho alho.
E tem gente que diz que sorte não existe.
- x -
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Ctrl+c Ctrl+v do Travian.
victor escreveu:
e ai tudo bem tem muitas tropas
Cantres escreveu:
Ah, tudo bem sim. não, não tenho muitas tropas ainda não, mas tô fazendo. E você?
Ah é, você já foi no fórum? Aparece lá pra se apresentar. Tem que agitar o pessoal a usar o fórum.
victor escreveu:
nao, nunca fui ao forum pra que eu vou pra falar com outras pessoas
Cantres escreveu:
Pra quê falar com outras pessoas? Conhecê-las melhor... aí quando você for perguntar as coisas, elas vão te responder. E principalmente, quando você for pedir ajuda, pessoal vai saber quem você é e vão te ajudar... mas agora, se você não falar com as outras pessoas, isso fica complicado, né?
E aliás, falando com as outras pessoas, você melhora seu português e aprende a escrever melhor.
victor escreveu:
porque vc esta insinuando que eu não escrevo serto
- x-
Nesse momento, tô pensando numa resposta pra esse indivíduo.
É, acho que não adianta dizer nada. O argumento do cara é bom, ele ganhou a discurssão.
e ai tudo bem tem muitas tropas
Cantres escreveu:
Ah, tudo bem sim. não, não tenho muitas tropas ainda não, mas tô fazendo. E você?
Ah é, você já foi no fórum? Aparece lá pra se apresentar. Tem que agitar o pessoal a usar o fórum.
victor escreveu:
nao, nunca fui ao forum pra que eu vou pra falar com outras pessoas
Cantres escreveu:
Pra quê falar com outras pessoas? Conhecê-las melhor... aí quando você for perguntar as coisas, elas vão te responder. E principalmente, quando você for pedir ajuda, pessoal vai saber quem você é e vão te ajudar... mas agora, se você não falar com as outras pessoas, isso fica complicado, né?
E aliás, falando com as outras pessoas, você melhora seu português e aprende a escrever melhor.
victor escreveu:
porque vc esta insinuando que eu não escrevo serto
- x-
Nesse momento, tô pensando numa resposta pra esse indivíduo.
É, acho que não adianta dizer nada. O argumento do cara é bom, ele ganhou a discurssão.
domingo, 26 de setembro de 2010
Clipes que ficaram no meu subconsciente
Tem coisa que é fácil de lembrar, que você lembra quase sem querer. Coisas que ficaram gravadas da época que você não entendia o que acontecia.
É lógico que isso já aconteceu contigo.
Hoje eu tô caçando os clipes que eu lembro desse jeito. E qual é a imagem principal que tenho associada.
- x -
"Lambada", do Kaoma:
Putz, essa aí é um clássico... a música só continha basicamente o "Chorando se foi, quem um dia só me fez chorar..."
Mas, mais clássico ainda é o clipe dessa música. Busca aí na memória, não pode ser só eu que mentalizo de cara a saia rodada voando, aquela saia preta, revelando um biquini preto também. Acho que quando vi essa cena pela primeira vez, eu não era nem um adolescente. Porque não lembro de ter achado aquilo erótico (e aquilo era pra ser o.o), e sim algo mais "marca-época".
Depois disso, ainda vem a mini-história que é só contada entre olhares. O garoto moreninho apaixonado pela garotinha loirinha, que o pai/padrasto/dono do bar não deixa a dança deles acontecer. Aquilo era impressionante pra mim na época. Acho que até já imaginei o que os personagens queriam dizer. Hoje parece bem óbvio de entender.
- x -
"Smells like teen spirit", do Nirvana:
Tem muito clipe do Nirvana que eu lembro de ter assistido uma porrada de vezes. E isso porque a onde do Nirvana pós-morte do Kurt Cobain já tinha passado.
Mas até hoje, os pézinhos com all-star batendo logo no começo da música me dão frio na barriga. Tem gente que diz que a cena da geração grunge em clipes é a do "Jeremy", do Pearl Jam, quando o garotinho pega uma arma e se mata na frente da sala de aula.
Bosta nenhuma! Os all-stars ansiosos do começo de "Smells" pega bem melhor a essência do que o grunge causava de mais notável: a sensação de que "é agora". E como esse "é agora" se resolve?
Não é com o velhinho dançando com uma vassoura e nem com Kurt amarrando a corda da guittara. Esse "é agora" não se resolveu. Até hoje.
- x -
"Hit that", do Offspring.
Começa com o cão. Só do cão aparecer você já sabe do que se trata. Vai dar merda!
O cachorro desenhado num tipo maluco de 3D dispara correndo. Aparece o cara azul atrás dele, revoltado.
Vai dar merda, mermão, esse clipe transpira um "vai dar merda", criando uma expectativa do cão. Com 12 anos, eu não entendia o que acontecia, quando aparecia no final a cena do cara azul com a tesoura na mão.
É, quando entendi... putz, deu merda mesmo. =X
- x -
"Anna Julia", do Los Hermanos
Tem outro clipe de baile que eu não lembro de quem é, e que seria o que eu colocaria aqui. Mas é estrangeiro, eu não lembro o nome do artista nem da música, só lembro dos all-stars da garota e do tímido apaixonado. ( se alguém souber que clipe é, coloca o nome lá nos comentários, please. Deve ser algo tipo Wezeer ou Radiohead, é uma coisa bem lenta, depressiva.)
Enfim, explorando o tema de tímido apaixonado e garota dançante em baile, "Anna Julia" serve. Porque também é um clipe marcante, ainda mais pela intro dos "personagens" da trama. E principalmente porque a letra casa perfeitamente com os relances da história... ainda mais nos primeiros versos, os "quem te vê passar assim por mim... não sabe o que é sofrer..."
- x -
"Lua de Cristal", da Xuxa
Lua de Cristal, eu sei, é tenso. Mas é parte da mágica da rainha dos baixinhos, conseguir guardar um espaço no subconsciente de quem a assistia.
Bem, não é exatamente um clipe. Eu lembro é dum trecho do filme, acho que o final do filme já, quando a Xuxa sobe num palco, lembra da infância dela toda num relance e começa a música. Essa clipe também tem uma "história de olhares", principalmente na parte que tem um velho observando as crianças dançando, e o olhar dele tá lá dizendo: "é, talvez ainda tenha jeito". Como uma pessoa que tinha perdido as esperanças e naquele momento tá se arrependendo.
Engraçado que eu vi essa cena no máximo uma ou duas vezes, e fiquei com ela gravada na memória.
- x -
Bem, acho que por enquanto tá bom. Sei que tem mais coisa (principalmente em relação as cenas de filme também, como a de um dos anos 90 de um grupo de estudantes que tentam descobrir o que há depois da morte...) mas deixa isso pra depois, quando eu tiver com essa aura nostálgica de novo.
É lógico que isso já aconteceu contigo.
Hoje eu tô caçando os clipes que eu lembro desse jeito. E qual é a imagem principal que tenho associada.
- x -
"Lambada", do Kaoma:
Putz, essa aí é um clássico... a música só continha basicamente o "Chorando se foi, quem um dia só me fez chorar..."
Mas, mais clássico ainda é o clipe dessa música. Busca aí na memória, não pode ser só eu que mentalizo de cara a saia rodada voando, aquela saia preta, revelando um biquini preto também. Acho que quando vi essa cena pela primeira vez, eu não era nem um adolescente. Porque não lembro de ter achado aquilo erótico (e aquilo era pra ser o.o), e sim algo mais "marca-época".
Depois disso, ainda vem a mini-história que é só contada entre olhares. O garoto moreninho apaixonado pela garotinha loirinha, que o pai/padrasto/dono do bar não deixa a dança deles acontecer. Aquilo era impressionante pra mim na época. Acho que até já imaginei o que os personagens queriam dizer. Hoje parece bem óbvio de entender.
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"Smells like teen spirit", do Nirvana:
Tem muito clipe do Nirvana que eu lembro de ter assistido uma porrada de vezes. E isso porque a onde do Nirvana pós-morte do Kurt Cobain já tinha passado.
Mas até hoje, os pézinhos com all-star batendo logo no começo da música me dão frio na barriga. Tem gente que diz que a cena da geração grunge em clipes é a do "Jeremy", do Pearl Jam, quando o garotinho pega uma arma e se mata na frente da sala de aula.
Bosta nenhuma! Os all-stars ansiosos do começo de "Smells" pega bem melhor a essência do que o grunge causava de mais notável: a sensação de que "é agora". E como esse "é agora" se resolve?
Não é com o velhinho dançando com uma vassoura e nem com Kurt amarrando a corda da guittara. Esse "é agora" não se resolveu. Até hoje.
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"Hit that", do Offspring.
Começa com o cão. Só do cão aparecer você já sabe do que se trata. Vai dar merda!
O cachorro desenhado num tipo maluco de 3D dispara correndo. Aparece o cara azul atrás dele, revoltado.
Vai dar merda, mermão, esse clipe transpira um "vai dar merda", criando uma expectativa do cão. Com 12 anos, eu não entendia o que acontecia, quando aparecia no final a cena do cara azul com a tesoura na mão.
É, quando entendi... putz, deu merda mesmo. =X
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"Anna Julia", do Los Hermanos
Tem outro clipe de baile que eu não lembro de quem é, e que seria o que eu colocaria aqui. Mas é estrangeiro, eu não lembro o nome do artista nem da música, só lembro dos all-stars da garota e do tímido apaixonado. ( se alguém souber que clipe é, coloca o nome lá nos comentários, please. Deve ser algo tipo Wezeer ou Radiohead, é uma coisa bem lenta, depressiva.)
Enfim, explorando o tema de tímido apaixonado e garota dançante em baile, "Anna Julia" serve. Porque também é um clipe marcante, ainda mais pela intro dos "personagens" da trama. E principalmente porque a letra casa perfeitamente com os relances da história... ainda mais nos primeiros versos, os "quem te vê passar assim por mim... não sabe o que é sofrer..."
- x -
"Lua de Cristal", da Xuxa
Lua de Cristal, eu sei, é tenso. Mas é parte da mágica da rainha dos baixinhos, conseguir guardar um espaço no subconsciente de quem a assistia.
Bem, não é exatamente um clipe. Eu lembro é dum trecho do filme, acho que o final do filme já, quando a Xuxa sobe num palco, lembra da infância dela toda num relance e começa a música. Essa clipe também tem uma "história de olhares", principalmente na parte que tem um velho observando as crianças dançando, e o olhar dele tá lá dizendo: "é, talvez ainda tenha jeito". Como uma pessoa que tinha perdido as esperanças e naquele momento tá se arrependendo.
Engraçado que eu vi essa cena no máximo uma ou duas vezes, e fiquei com ela gravada na memória.
- x -
Bem, acho que por enquanto tá bom. Sei que tem mais coisa (principalmente em relação as cenas de filme também, como a de um dos anos 90 de um grupo de estudantes que tentam descobrir o que há depois da morte...) mas deixa isso pra depois, quando eu tiver com essa aura nostálgica de novo.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Sonhando com gente famosa parte II
E, pra complementar os sonhos famosos, ontem apareceu num sonho meu o Humberto Gessinger. Ele tava num trio elétrico (!) fazendo shows relâmpagos por várias cidades. Desse eu não lembro dos diálogos, mas sei que eu falava alguma idiotice, e ele virava e dizia algo como "cara, você me conhece, mas eu não sei quem é você não, beleza? então não aja como se fosse meu amigo porque você parece um idiota".
E eu ficava o resto do sonho arrependido e acordei até me sentindo arrependido por em sonhos ter sido um idiota com o H. Gessinger, do Eng.Haw.
Ah é, e teve um sonho com a Stéph também, mas esse eu vou contar só pra ela. Ela deve achar engraçado, porque começa bem inusitado e cheio de...
E eu ficava o resto do sonho arrependido e acordei até me sentindo arrependido por em sonhos ter sido um idiota com o H. Gessinger, do Eng.Haw.
Ah é, e teve um sonho com a Stéph também, mas esse eu vou contar só pra ela. Ela deve achar engraçado, porque começa bem inusitado e cheio de...
Sonhando com gente famosa
Começava num show.
Eu estava com algum colega meu (acho que era Lucca) em uma apresentação de uma banda cover. Falávamos de coisas que não aconteciam com as pessoas normais. E citávamos, brincando, esse concursos com bandas grandes de "conheça a banda" ou "passe um dia com a banda tal" que pareciam ser completamente fajutos.
Terminando isso saíamos de cena. Eu estava andando com meu irmão Zaca agora, voltando pra casa, passando por uma praia.
Eis que encontramos o Robert Plant (!), o Jimmy Page(!!!) e uma equipe de gravação de um programa igual esses que estávamos sacaneando lá no show.
Eu, apesar de estar incrédulo e desconfiado como quase sempre estou, vou lá falar com a equipe de gravação pra perguntar se não é possível eu pedir um autógrafos nos caras, né?
(eles estavam novos ainda, como nos anos 70)
Então o Robert Plant nota que eu estava falando com o câmera e pergunta "Who're them?". Eu me adianto e respondo: "Hi, I'm your fan, and please, you could play football with me?"
(ps: Ainda lembrei que na terra que eles eram britânicos e que na terra da rainha se diz Football ao invés de Soccer, como é nos Usa)
Robert Plant respondeu: "Well, why not? Do you know how to play?"
Eu respondo: "Yeah. But we need more one player for both teams". R.Plant então grita "Hey, Jimmy, come here!" E o Jimmy Page (!!!) chegava rindo bem do jeitão J.Page de ser.
Separávamos dois golzinhos de chinelo na praia (bem ao jeitão que eu fazia na infância)e o Plant dizia: "Hey, boy, I'll play on your team, ok? What's your name?"
Eu não respondia, apenas balançava a cabeça concordando com ele. O Jimmy Page então puxaca o Zaquinha pro lado dele e falava com ele alguma coisa. Zaca só ficava com cara de assustado, de quem não estava entendendo nada.
Aí o Plant fala um pouco mais; "Take care here. Don't try nothing unusual and just shoot forward in my direction". Apesar de ter achado isso meio ofensivo pela parte dele, apenas concordo, impressionado ainda com o fato de estar prestes a jogar bola com dois caras do Led Zeppelin!
Começa a partida, tem vários passes errados, o Plant tentando driblar o Page toda hora e o Jimmy Page só rindo. Eles quase fazem 1x0, mas eis que o próprio J.Page (!) evita o gol, e ele muda pro meu time do nada e os times passam a ser eu e o J.Page vs R.Plant, meu irmão zaca e um outro cara (acho que era o Lucca).
Num lançamento meu, o J.Page fica sozinho com o gol e faz 1x0 pra gente. Nesse momento ele vem pra comemorar, eu dou um toque de mão com ele de camarada e exclamo "Yeaah! Nice one!".
Aí olho prestando atenção nele, eu sério, e digo:
"Cara, mas fala sério, isso é um sonho, não é?"
O Jimmy Page me olha rindo e responde: "É!"
Eu continuo falando:
"Porque olha só, ninguém encontraria o Led Zeppelin assim."
O Jimmy Page dá uma gargalhada amigável e fala:
"É, é um sonho mesmo. Mas até você merece ter uns sonhos bons de vez em quando, né?"
Dessa vez eu que dou risadas. E o J.Page continua:
"Pois bem, antes de você acordar, queria só te dar uma ajuda. Você pergunta pra si mesmo o que é pior. O seu pior, sabe qualé? O medo."
-x-
Depois disso, acordo. Estou deitado no chão da casa da minha avó e tem algo errado. Tento levantar e começa a bater um desespero que meu corpo não me responde. Eu vou me apoiando na parede (tem gente deitada no chão da sala da casa da minha avó Teresa e acho que minha família toda tá lá) com cuidado pra não pisar em ninguém. Vou me apoiando na parede quando, mesmo no escuro, vejo meu reflexo numa parede e vejo minha mão esquerda toda empolada, cheia de bolhas e inchada. Tento gritar, não consigo, começo a ficar mais e mais desesperado e aí o meu irmão Léo aparece. Falo com ele: "Léo, olha minha mão!" e o Léo só dá uma gargalhada maligna e me puxa. Ele enfia minha mão debaixo duma torneira e a liga. Sinto uma puta dor, e afasto com um tipo de telecinese o Léo de perto e desligo a torneira.
Léo ri mais com outra gargalhada do mal e fala: "É, não tem jeito."
Eu falo: "Léo, por favor, me ajuda!"
Ele responde: "É, vou te ajudar."
Ele pega um facão. Me vejo refletido na lâmina do facão.
Ele faz o movimento.
Aí acordo, de acordar mesmo.
Sentindo a mão esquerda dormente.
- x -
Sonhei isso na noite de quinta-feira, dia 12, pra sexta-feira 13. Anotei no caderno quando acabei de ter o sonho, pra ficar bem fiel.
Eu estava com algum colega meu (acho que era Lucca) em uma apresentação de uma banda cover. Falávamos de coisas que não aconteciam com as pessoas normais. E citávamos, brincando, esse concursos com bandas grandes de "conheça a banda" ou "passe um dia com a banda tal" que pareciam ser completamente fajutos.
Terminando isso saíamos de cena. Eu estava andando com meu irmão Zaca agora, voltando pra casa, passando por uma praia.
Eis que encontramos o Robert Plant (!), o Jimmy Page(!!!) e uma equipe de gravação de um programa igual esses que estávamos sacaneando lá no show.
Eu, apesar de estar incrédulo e desconfiado como quase sempre estou, vou lá falar com a equipe de gravação pra perguntar se não é possível eu pedir um autógrafos nos caras, né?
(eles estavam novos ainda, como nos anos 70)
Então o Robert Plant nota que eu estava falando com o câmera e pergunta "Who're them?". Eu me adianto e respondo: "Hi, I'm your fan, and please, you could play football with me?"
(ps: Ainda lembrei que na terra que eles eram britânicos e que na terra da rainha se diz Football ao invés de Soccer, como é nos Usa)
Robert Plant respondeu: "Well, why not? Do you know how to play?"
Eu respondo: "Yeah. But we need more one player for both teams". R.Plant então grita "Hey, Jimmy, come here!" E o Jimmy Page (!!!) chegava rindo bem do jeitão J.Page de ser.
Separávamos dois golzinhos de chinelo na praia (bem ao jeitão que eu fazia na infância)e o Plant dizia: "Hey, boy, I'll play on your team, ok? What's your name?"
Eu não respondia, apenas balançava a cabeça concordando com ele. O Jimmy Page então puxaca o Zaquinha pro lado dele e falava com ele alguma coisa. Zaca só ficava com cara de assustado, de quem não estava entendendo nada.
Aí o Plant fala um pouco mais; "Take care here. Don't try nothing unusual and just shoot forward in my direction". Apesar de ter achado isso meio ofensivo pela parte dele, apenas concordo, impressionado ainda com o fato de estar prestes a jogar bola com dois caras do Led Zeppelin!
Começa a partida, tem vários passes errados, o Plant tentando driblar o Page toda hora e o Jimmy Page só rindo. Eles quase fazem 1x0, mas eis que o próprio J.Page (!) evita o gol, e ele muda pro meu time do nada e os times passam a ser eu e o J.Page vs R.Plant, meu irmão zaca e um outro cara (acho que era o Lucca).
Num lançamento meu, o J.Page fica sozinho com o gol e faz 1x0 pra gente. Nesse momento ele vem pra comemorar, eu dou um toque de mão com ele de camarada e exclamo "Yeaah! Nice one!".
Aí olho prestando atenção nele, eu sério, e digo:
"Cara, mas fala sério, isso é um sonho, não é?"
O Jimmy Page me olha rindo e responde: "É!"
Eu continuo falando:
"Porque olha só, ninguém encontraria o Led Zeppelin assim."
O Jimmy Page dá uma gargalhada amigável e fala:
"É, é um sonho mesmo. Mas até você merece ter uns sonhos bons de vez em quando, né?"
Dessa vez eu que dou risadas. E o J.Page continua:
"Pois bem, antes de você acordar, queria só te dar uma ajuda. Você pergunta pra si mesmo o que é pior. O seu pior, sabe qualé? O medo."
-x-
Depois disso, acordo. Estou deitado no chão da casa da minha avó e tem algo errado. Tento levantar e começa a bater um desespero que meu corpo não me responde. Eu vou me apoiando na parede (tem gente deitada no chão da sala da casa da minha avó Teresa e acho que minha família toda tá lá) com cuidado pra não pisar em ninguém. Vou me apoiando na parede quando, mesmo no escuro, vejo meu reflexo numa parede e vejo minha mão esquerda toda empolada, cheia de bolhas e inchada. Tento gritar, não consigo, começo a ficar mais e mais desesperado e aí o meu irmão Léo aparece. Falo com ele: "Léo, olha minha mão!" e o Léo só dá uma gargalhada maligna e me puxa. Ele enfia minha mão debaixo duma torneira e a liga. Sinto uma puta dor, e afasto com um tipo de telecinese o Léo de perto e desligo a torneira.
Léo ri mais com outra gargalhada do mal e fala: "É, não tem jeito."
Eu falo: "Léo, por favor, me ajuda!"
Ele responde: "É, vou te ajudar."
Ele pega um facão. Me vejo refletido na lâmina do facão.
Ele faz o movimento.
Aí acordo, de acordar mesmo.
Sentindo a mão esquerda dormente.
- x -
Sonhei isso na noite de quinta-feira, dia 12, pra sexta-feira 13. Anotei no caderno quando acabei de ter o sonho, pra ficar bem fiel.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Entrevista com
(direto do ctrl+c ctrl+v)
L.F. (8) diz:
*okay então... Jess, boa-noite ;)
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*xD
L.F. (8) diz:
*(pula apresentações e intro sobre sua vida e obra)
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*ahuhaa
*boa noite.
L.F. (8) diz:
*Enfim... seus textos parecem ser muitos inspirados em relacionamentos... esse tipo de inspiração vem de maneira auto-biográfica ou a Jess é bem diferente das Fabianas e Maribelles dos seus contos?
*(já viu o repórter inexperiente, do CQC? huaihsiuahiushiahisuhai tô me sentindo meio repórte inexperiente que nem do quadro, ahusihaushaihsiah)
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*Creio que as personagens que escrevo são um Eu ideal que crio. mesmo nas imperfeições, eu penso as imperfeições ideais.
*( e eu to me sentindo participando de uma grande ironia. tipo.. vamos entrevistar a pessoa bebada caida da rua pra ver o que ela fala! xD )
L.F. (8) diz:
*( =/) Esse Eu ideal... o que nele mais te faz bem e o que nele mais te incomoda?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*o que me faz bem é como ele parece saber o que está fazendo, cmo ele parece saber onde está, em que se encaixa.
*e o que me incomoda... é como, mesmo assim, por mais que tente fazê-lo se encontrar, ele continua perdido.
L.F. (8) diz:
*Como surgiu esse seu Eu ideal? Quão remota é a sua lembrança desse seu Eu ideal? Você pensava nisso quando era criança?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*não sei. acho que acabei de notá-lo.
*e quando eu era criança... bem, não sei também... talvez eu não penssasse muito. eu acho que vivia mais.
**pensasse
L.F. (8) diz:
*Das suas personagens, você tem alguma favorita?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*mas como? todas são a mesma.
L.F. (8) diz:
*Alguma coisa que você já escreveu já lhe causou arrependimento?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*não...até mesmo os texots mais rídiculos.
**ridículos
L.F. (8) diz:
*Seus personagens femininos costumam ser mais intensos e profundos do que os masculinos... isso é um coincidência ou apenas reflexo daquilo que você observa?
*uma*
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*acho que é uma verdade que observo.
L.F. (8) diz:
*você prefere escrever os textos em 3ª pessoa ou em 1ª pessoa? E na sua opinião, quais são as diferenças mais significativas em mudar a perspectiva de 1ª pra 3ª pessoa?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*quando digo 'eu', normalmente as pessoas imaginam eu mesma, Jéssica. quando na verdade, gostaria que elas lessem e imaginassem o eu delas... e quando diga ele/ela é quando gostaria que as pessoas entrassem intimamente da atmosfera inatingível de uma outra pessoa, mas que se torna possível, através da narrativa.
*mas não sei qual prefiro. 'depende do momento.
L.F. (8) diz:
*( vai lá, vai dizer que você não tá entrando no clima de entrevistada do mês? :P)
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
**na atmosfera
*( hahahahahahah.. depois um tempo a gente acostuma. xD )
L.F. (8) diz:
*Qual dos seus textos você considera o mais difícil de ter sido escrito?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*o conto de terror que vc me pediu. XDD
*e que no final, não saiu um conto de terror. rsrsrs
L.F. (8) diz:
*:P Você gosta de ler outros autores/bloggers da atualidade?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*gosto. o seu blog eu sempre leio. e o de ricardo também.
L.F. (8) diz:
*O que você espera receber de volta ao escrever? Um elogio, um comentário, uma crítica, que tipo de reação você espera de quem lê?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*eu gosto quando as pessoas falam alguma coisa. as vezes parece que escrevo para ninguem. é bom ver que algumas pessoas leem, se importam...
*qualquer coisa, qualquer sinal de 'vida', eu gosto.
- x -
A entrevista ficou com cara de incompleta, mas foi porque ela na hora teve que sair do msn.
L.F. (8) diz:
*okay então... Jess, boa-noite ;)
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*xD
L.F. (8) diz:
*(pula apresentações e intro sobre sua vida e obra)
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*ahuhaa
*boa noite.
L.F. (8) diz:
*Enfim... seus textos parecem ser muitos inspirados em relacionamentos... esse tipo de inspiração vem de maneira auto-biográfica ou a Jess é bem diferente das Fabianas e Maribelles dos seus contos?
*(já viu o repórter inexperiente, do CQC? huaihsiuahiushiahisuhai tô me sentindo meio repórte inexperiente que nem do quadro, ahusihaushaihsiah)
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*Creio que as personagens que escrevo são um Eu ideal que crio. mesmo nas imperfeições, eu penso as imperfeições ideais.
*( e eu to me sentindo participando de uma grande ironia. tipo.. vamos entrevistar a pessoa bebada caida da rua pra ver o que ela fala! xD )
L.F. (8) diz:
*( =/) Esse Eu ideal... o que nele mais te faz bem e o que nele mais te incomoda?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*o que me faz bem é como ele parece saber o que está fazendo, cmo ele parece saber onde está, em que se encaixa.
*e o que me incomoda... é como, mesmo assim, por mais que tente fazê-lo se encontrar, ele continua perdido.
L.F. (8) diz:
*Como surgiu esse seu Eu ideal? Quão remota é a sua lembrança desse seu Eu ideal? Você pensava nisso quando era criança?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*não sei. acho que acabei de notá-lo.
*e quando eu era criança... bem, não sei também... talvez eu não penssasse muito. eu acho que vivia mais.
**pensasse
L.F. (8) diz:
*Das suas personagens, você tem alguma favorita?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*mas como? todas são a mesma.
L.F. (8) diz:
*Alguma coisa que você já escreveu já lhe causou arrependimento?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*não...até mesmo os texots mais rídiculos.
**ridículos
L.F. (8) diz:
*Seus personagens femininos costumam ser mais intensos e profundos do que os masculinos... isso é um coincidência ou apenas reflexo daquilo que você observa?
*uma*
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*acho que é uma verdade que observo.
L.F. (8) diz:
*você prefere escrever os textos em 3ª pessoa ou em 1ª pessoa? E na sua opinião, quais são as diferenças mais significativas em mudar a perspectiva de 1ª pra 3ª pessoa?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*quando digo 'eu', normalmente as pessoas imaginam eu mesma, Jéssica. quando na verdade, gostaria que elas lessem e imaginassem o eu delas... e quando diga ele/ela é quando gostaria que as pessoas entrassem intimamente da atmosfera inatingível de uma outra pessoa, mas que se torna possível, através da narrativa.
*mas não sei qual prefiro. 'depende do momento.
L.F. (8) diz:
*( vai lá, vai dizer que você não tá entrando no clima de entrevistada do mês? :P)
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
**na atmosfera
*( hahahahahahah.. depois um tempo a gente acostuma. xD )
L.F. (8) diz:
*Qual dos seus textos você considera o mais difícil de ter sido escrito?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*o conto de terror que vc me pediu. XDD
*e que no final, não saiu um conto de terror. rsrsrs
L.F. (8) diz:
*:P Você gosta de ler outros autores/bloggers da atualidade?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*gosto. o seu blog eu sempre leio. e o de ricardo também.
L.F. (8) diz:
*O que você espera receber de volta ao escrever? Um elogio, um comentário, uma crítica, que tipo de reação você espera de quem lê?
"Jess Mululo" But you choose 'death and company' diz:
*eu gosto quando as pessoas falam alguma coisa. as vezes parece que escrevo para ninguem. é bom ver que algumas pessoas leem, se importam...
*qualquer coisa, qualquer sinal de 'vida', eu gosto.
- x -
A entrevista ficou com cara de incompleta, mas foi porque ela na hora teve que sair do msn.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Ou você termina o poema por mim.
Mas não quero falar nisso. Isso não vai acontecer.
Sabe o que podia acontecer?
Podiam matar uma dúvida minha.
É o seguinte. Eu queria saber de quantas pessoas que fazem empréstimos num banco, qual a porcentagem que sai bem-sucedida e qual a porcentagem de pessoas que se fodem muito.
Poderia ser um levantamento como algum estudo crítico sobre como é covarde a principal maneira dos bancos de obterem lucro.
Como fazer isso, pra matar minha dúvida? Ah, fiquei pensando nisso também. Os bancos (pelo menos creio que) mantém um registro do empréstimo feito. A receita federal mantém também um registro das declarações de IR. Bastava pegar os registros de pessoas falecidas (aí não seria quebra de sigilo, certo?) e seus descendentes em relação ao IR, e comparar o aumento/diminuição do IR em relação a antes/depois do empréstimo feito. E levantar uma estatística para % de ganhos e perdas em relação aos 5 anos seguintes do empréstimo.
Poderia até incrementar essa estatística, com detalhes como porte do empréstimo (pequeno pra até R$10.000, médio pra entre R$10.000 e R$100.000 e grandes pra acima de R$100.000) e casos de abertura/falência de empresas (acho que isso pode ser conseguido através do CNPJ. pelo menos, abertura de empresa. E novamente, acessar dados de pessoas falecidas não é crime, é?)
Só pra matar a curiosidade. Porque tem coisa que com números se consegue a resposta.
Sabe o que podia acontecer?
Podiam matar uma dúvida minha.
É o seguinte. Eu queria saber de quantas pessoas que fazem empréstimos num banco, qual a porcentagem que sai bem-sucedida e qual a porcentagem de pessoas que se fodem muito.
Poderia ser um levantamento como algum estudo crítico sobre como é covarde a principal maneira dos bancos de obterem lucro.
Como fazer isso, pra matar minha dúvida? Ah, fiquei pensando nisso também. Os bancos (pelo menos creio que) mantém um registro do empréstimo feito. A receita federal mantém também um registro das declarações de IR. Bastava pegar os registros de pessoas falecidas (aí não seria quebra de sigilo, certo?) e seus descendentes em relação ao IR, e comparar o aumento/diminuição do IR em relação a antes/depois do empréstimo feito. E levantar uma estatística para % de ganhos e perdas em relação aos 5 anos seguintes do empréstimo.
Poderia até incrementar essa estatística, com detalhes como porte do empréstimo (pequeno pra até R$10.000, médio pra entre R$10.000 e R$100.000 e grandes pra acima de R$100.000) e casos de abertura/falência de empresas (acho que isso pode ser conseguido através do CNPJ. pelo menos, abertura de empresa. E novamente, acessar dados de pessoas falecidas não é crime, é?)
Só pra matar a curiosidade. Porque tem coisa que com números se consegue a resposta.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Atendendo pedidos.
First of all!
Dei uma atualizada no "DoTA! DoTA! DoTA! - Continuação." Não mexi na história, só mudei algumas descrições pra ficar mais fácil de entender pra quem não joga dota, e até pra ficar mais fácil de entender pra quem joga. Por exemplo, coloquei agora uma descrição da Scourge, expliquei o ulti da Venge, adicionei algumas descrições pras "animações de ataque" e coloquei algumas descrições focadas somente nas sensações da rylai... pra deixar mais realista, ou envolvente. Já tô matutando (matutando! se você se chama gogó e leu errado, adicionando um s, um r e um b pra palavra, parabéns, você é um pervertido!) a parte três na cabeça, mas antes quero colocar outro capítulo no tiro pra lua.
Enfim... vou atender um pedido (aliás, cá entre nós, estranho pedido dessa moça!) e colocar um poema de 2009 aqui. O poema poderia ser adaptado pra um soneto, mas acho que correria o risco de decepar os versos finais, que significam bastante (pelo menos pra mim) e eu ainda não parei pra quebrar a cabeça com isso. Se alguém quiser tentar fazer isso por mim, pode fazer, vai ser muito bem-vindo, mas tenta conservar os versos finais vivos.
-x-
A estátua
A estátua da liberdade
Pra mim é mal elaborada!
A liberdade que conheço
É sensual e ousada
E carrega consigo prazer
Ao invés de um livro
E se estátua fosse livre
Ao invés de usar vestido
Estaria numa mini-saia
E com um sorriso maldoso
De quem vai aprontar
E aprontar com gosto!
Porque com uma torcha
Ela pode guiar ou incendiar
E a liberdade faz o que gosta
Ao invés de ficar parada
Sempre no mesmo lugar
-x-
PS: o comecinho "a estátua da liberdade/ pra mim é mal elaborada" era pra ser "a estátua da liberdade/ pra mim é mal nomeada"... mas acho que elaborada era mais impactante que nomeada, por isso deixei o elaborada mesmo. Mas no nomeada faria mais sentido, seria tipo uma crítica justa de bebedor num boteco.
Dei uma atualizada no "DoTA! DoTA! DoTA! - Continuação." Não mexi na história, só mudei algumas descrições pra ficar mais fácil de entender pra quem não joga dota, e até pra ficar mais fácil de entender pra quem joga. Por exemplo, coloquei agora uma descrição da Scourge, expliquei o ulti da Venge, adicionei algumas descrições pras "animações de ataque" e coloquei algumas descrições focadas somente nas sensações da rylai... pra deixar mais realista, ou envolvente. Já tô matutando (matutando! se você se chama gogó e leu errado, adicionando um s, um r e um b pra palavra, parabéns, você é um pervertido!) a parte três na cabeça, mas antes quero colocar outro capítulo no tiro pra lua.
Enfim... vou atender um pedido (aliás, cá entre nós, estranho pedido dessa moça!) e colocar um poema de 2009 aqui. O poema poderia ser adaptado pra um soneto, mas acho que correria o risco de decepar os versos finais, que significam bastante (pelo menos pra mim) e eu ainda não parei pra quebrar a cabeça com isso. Se alguém quiser tentar fazer isso por mim, pode fazer, vai ser muito bem-vindo, mas tenta conservar os versos finais vivos.
-x-
A estátua
A estátua da liberdade
Pra mim é mal elaborada!
A liberdade que conheço
É sensual e ousada
E carrega consigo prazer
Ao invés de um livro
E se estátua fosse livre
Ao invés de usar vestido
Estaria numa mini-saia
E com um sorriso maldoso
De quem vai aprontar
E aprontar com gosto!
Porque com uma torcha
Ela pode guiar ou incendiar
E a liberdade faz o que gosta
Ao invés de ficar parada
Sempre no mesmo lugar
-x-
PS: o comecinho "a estátua da liberdade/ pra mim é mal elaborada" era pra ser "a estátua da liberdade/ pra mim é mal nomeada"... mas acho que elaborada era mais impactante que nomeada, por isso deixei o elaborada mesmo. Mas no nomeada faria mais sentido, seria tipo uma crítica justa de bebedor num boteco.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Jogo Rápido.
Ultimamente, a história do Dotinha tem ocupado mais tempo na minha cabeça que a história do Tiro pra Lua.
É chato confessar isso, mas todo mundo que conheço diz que eu desisto fácil das coisas. Desanimo rápido.
E isso é verdade, mesmo que eu queira discordar.
E... Rá! Adivinha?
Acho que tá fazendo falta aqueles caras que entram na história pra discordar. Criar tumulto. Fazer as coisas darem todas erradas e se desencaminhar. Ou algo do tipo.
De qualquer maneira, ontem eu durmi, tive um sonho estranho. Havia uma festa, era dia e noite ao mesmo tempo ( imagine dois céus, como se onde você tem que pisar fosse transparente, e embaixo dos seus pés também tem um céu. No de cima era dia, no de baixo era noite.) e tinha um rio, um píer, uma casa/galpão ( uma hora eu olhava, era uma casa, de madeira, daquelas antigas... outra hora, só parecia um galpão, igual ao que tem perto do Horto Municipal... esse aí eu não sabia o que era.)e a festa rolando. Cheio de gente desconhecida. Eu conseguia entender sobre o que eles falavam, apesar de ter a impressão que não falavam em português. ( e se vier a curiosidade, eles falavam sobre coisas bem idiotas e non-sense, como marcas de ketchup e modos de vestir uma meia pra esquentar mais o pé.
E lá estava eu, tentando me enturmar com aquele bando de gente estranha.
Foi quando me passou o pensamento "É, festa chato pra caralho, pra variar" que alguns imbecis tiveram a idéia de empurrar um carro pra dentro do rio. Só que aí eu soube que conhecia quem tava empurrando o carro. Eram caras estranhos, que nunca tinha visto, mas ao mesmo tempo, era o Super Choque e a Jess. Eu sabia que eram eles, mas eu não podia falar isso com eles, achei que eles iam me chamar de maluco, porque estava na cara que não eram eles.(sonhos tem muito dessa dualidade. Você tá vendo uma coisa, mas sabe que é outra. pelo menos, os meus tem.) Aí o "Super" me chamou, falando "Hey garoto novo, vem cá, ajuda a gente." Eu falei "Sai fora, maluco."
E saí de cena. Consegui ver uma janela de msn pular na minha frente... um "Oi", em rosa alaranjado ( eu sei que cor é, só não sei o nome da cor.). Eu sabia que era a Lil falando comigo no msn. Eu não cheguei a responder, mas apareceu outras duas msgs. "Gostei do que você anda escrevendo, você realmente escreve bem..." e "Mas você ainda confunde as coisas.Dá até medo de conversar contigo." Não deu tempo de me defender, ela saiu daquela conversa improvisada de msn.
Fiquei puto com isso, e fui empurrar o raio do carro. Só que ao mesmo tempo, empurrávamos o carro do lado de fora e do lado de dentro. O carro caiu no rio, e como estávamos empurrando de dentro do carro e de fora, caímos no rio junto. O carro começou a encher de água, e eu fui me desesperando, achando que íamos morrer afogado. E quando olhei, já não tinha mais ninguém no carro. A água encheu o carro e eu acordei.
Acordei tossindo, pra variar.
É chato confessar isso, mas todo mundo que conheço diz que eu desisto fácil das coisas. Desanimo rápido.
E isso é verdade, mesmo que eu queira discordar.
E... Rá! Adivinha?
Acho que tá fazendo falta aqueles caras que entram na história pra discordar. Criar tumulto. Fazer as coisas darem todas erradas e se desencaminhar. Ou algo do tipo.
De qualquer maneira, ontem eu durmi, tive um sonho estranho. Havia uma festa, era dia e noite ao mesmo tempo ( imagine dois céus, como se onde você tem que pisar fosse transparente, e embaixo dos seus pés também tem um céu. No de cima era dia, no de baixo era noite.) e tinha um rio, um píer, uma casa/galpão ( uma hora eu olhava, era uma casa, de madeira, daquelas antigas... outra hora, só parecia um galpão, igual ao que tem perto do Horto Municipal... esse aí eu não sabia o que era.)e a festa rolando. Cheio de gente desconhecida. Eu conseguia entender sobre o que eles falavam, apesar de ter a impressão que não falavam em português. ( e se vier a curiosidade, eles falavam sobre coisas bem idiotas e non-sense, como marcas de ketchup e modos de vestir uma meia pra esquentar mais o pé.
E lá estava eu, tentando me enturmar com aquele bando de gente estranha.
Foi quando me passou o pensamento "É, festa chato pra caralho, pra variar" que alguns imbecis tiveram a idéia de empurrar um carro pra dentro do rio. Só que aí eu soube que conhecia quem tava empurrando o carro. Eram caras estranhos, que nunca tinha visto, mas ao mesmo tempo, era o Super Choque e a Jess. Eu sabia que eram eles, mas eu não podia falar isso com eles, achei que eles iam me chamar de maluco, porque estava na cara que não eram eles.(sonhos tem muito dessa dualidade. Você tá vendo uma coisa, mas sabe que é outra. pelo menos, os meus tem.) Aí o "Super" me chamou, falando "Hey garoto novo, vem cá, ajuda a gente." Eu falei "Sai fora, maluco."
E saí de cena. Consegui ver uma janela de msn pular na minha frente... um "Oi", em rosa alaranjado ( eu sei que cor é, só não sei o nome da cor.). Eu sabia que era a Lil falando comigo no msn. Eu não cheguei a responder, mas apareceu outras duas msgs. "Gostei do que você anda escrevendo, você realmente escreve bem..." e "Mas você ainda confunde as coisas.Dá até medo de conversar contigo." Não deu tempo de me defender, ela saiu daquela conversa improvisada de msn.
Fiquei puto com isso, e fui empurrar o raio do carro. Só que ao mesmo tempo, empurrávamos o carro do lado de fora e do lado de dentro. O carro caiu no rio, e como estávamos empurrando de dentro do carro e de fora, caímos no rio junto. O carro começou a encher de água, e eu fui me desesperando, achando que íamos morrer afogado. E quando olhei, já não tinha mais ninguém no carro. A água encheu o carro e eu acordei.
Acordei tossindo, pra variar.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Três Matutos em São Paulo
"Daqui a pouco o ônibus sai pra eu voltar pra casa.
Não necessariamente daqui a pouco, ainda faltam algumas horas, mas a impressão que dá é que faltam só alguns minutos (gordão e bernardo ainda estão dormindo, pqp) pra eu entrar naquele ônibus e ficar durante horas refletindo o que eu vim fazer em SP e o que eu fiz"
Isso aí tá escrito no meu caderninho, o roteiro de viagem dos três matutos no show do Metallica. Gordo, quando você vier pegar o dinheiro pro churras, vou te passar o caderninho.
Aliás, só pra não desvirtuar o assunto, vou deixar aqui um protesto coletivo que não sei se já te expressaram, mas provavelmente já fizeram.
20 pratas prum churrasco é uma puta duma facada, pqp! Tenta negociar os 20 reais pra 15. Colocar 20 contos não cheira como idéia sua, Gordo! E você, quando quer, sempre arruma ótimos argumentos. Então, por favor, queira ajudar nessa situação aí.
E se precisar, apela pelo menos por mim então, porque é meu aniversário dia 8.
"... gordo e bernardo fizeram questão de ressaltar que não tinha sido uma boa idéia, ainda mais porque a idéia tinha sido minha. Então, sono e sonho."
Não necessariamente daqui a pouco, ainda faltam algumas horas, mas a impressão que dá é que faltam só alguns minutos (gordão e bernardo ainda estão dormindo, pqp) pra eu entrar naquele ônibus e ficar durante horas refletindo o que eu vim fazer em SP e o que eu fiz"
Isso aí tá escrito no meu caderninho, o roteiro de viagem dos três matutos no show do Metallica. Gordo, quando você vier pegar o dinheiro pro churras, vou te passar o caderninho.
Aliás, só pra não desvirtuar o assunto, vou deixar aqui um protesto coletivo que não sei se já te expressaram, mas provavelmente já fizeram.
20 pratas prum churrasco é uma puta duma facada, pqp! Tenta negociar os 20 reais pra 15. Colocar 20 contos não cheira como idéia sua, Gordo! E você, quando quer, sempre arruma ótimos argumentos. Então, por favor, queira ajudar nessa situação aí.
E se precisar, apela pelo menos por mim então, porque é meu aniversário dia 8.
"... gordo e bernardo fizeram questão de ressaltar que não tinha sido uma boa idéia, ainda mais porque a idéia tinha sido minha. Então, sono e sonho."
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